É hora de recarregar as baterias
Por alfa
Há quase um ano decidimos dar continuidade e coordenação ao nosso formato de publicações curtas e variadas, depois de um período em que publicamos basicamente o que queríamos sem muita coordenação de conteúdo (sem planejamento de trabalho). Foi assim que a seção acabou se formando. Tema do mês, em que cada folha de calendário correspondia a um tema acordado.
Assim, cada membro da equipe publicou algo sobre um videogame ou qualquer outro produto de entretenimento cultural dentro do mesmo tópico temático. Assim, ao primeiro artigo conjunto intitulado Aqueles anos maravilhosos (parte 1), dedicado ao que marcou a nossa infância, seguiram-se vários outros: Sempre no meu time (Pokémon), espaço especial, jogos "impossíveis", música de videogame, outros mundos, sob o mar, Os fãs e sua loucura, Aqueles anos maravilhosos (parte 2) e finalmente Aventuras digitais.
Porém, tudo tem um fim e, passado cerca de um ano, decidimos fazer uma pausa para recuperar energias e ideias. Mas não se preocupem, queridos leitores, pois durante este mês nos despediremos em grande estilo, escrevendo livremente sobre qualquer assunto relacionado aos temas citados acima. Teremos até convidados que até agora não participaram! Especificamente, teremos conosco senua_gamegirl (siga sua conta no Instagram), com um esboço de um tópico que será discutido em profundidade mais tarde em um artigo (fique ligado!) e frandrums041, que nos trouxe um vídeo dedicado. Além disso, assistimos à despedida emocionada de Serenião. Como você diz, não é um adeus, mas até breve, amigo.
Esperamos que você goste.
Dying Light, parkour narrativo
Por Elbuernhater
O título desta seção refere-se ao que experimentamos ao jogar extensivamente esta notável aventura de zumbis. E é assim mesmo, a sua jogabilidade é a verdadeira ferramenta, é o elo que torna tudo tão divertido de experimentar. A jogabilidade como desculpa narrativa para curtir um jogo sem dar tanta importância ao seu roteiro.
Aqui devemos dizer algo importante. É um ótimo videogame, tem muitas coisas para fazer, é rápido, você quer avançar a cada saída, principalmente as noturnas. São um desafio super divertido, ficamos agradavelmente surpresos com o caráter épico de cada viagem que você faz em direção a um novo objetivo, sem dúvida aqui Luz Morrendo torna-se forte. É o seu verdadeiro poder narrativo, o que você faz, o que você vive, a tensão.
Sinceramente, tivemos um nível um tanto baixo na hora de jogá-lo, para ver o que sentíamos nos controles, mas sem dúvida foi uma grande jornada com muitas situações bem resolvidas, uma reta final ultraenergética, e um sentimento de querer mais desta Tech Land, talvez, e isso é um desejo, um novo IP onde convergem todas as boas ideias de seus trabalhos anteriores, dando mais valor à sua narrativa, personagens, roteiro…
Se a Tech Land aprender por si mesma, eles serão tão grandes quanto foi intuído com aquele trailer icônico de seu primeiro videogame, Ilha Morta.
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://combogamer.com/wp-content/uploads/2022/04/Dying-Light.jpg)
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://web.archive.org/web/20240423054834im_/https://www.combogamer.com/wp-content/uploads/2022/04/275290905_4553894784716701_8034053658372221139_n-800x800.jpg)
Os fãs e sua loucura em Breath of the Wild
Por alfa
Uma das parcelas do Tema do Mês que mais gostei foi Os fãs e sua loucura. Essa forma como a própria comunidade expande um título ou uma franquia torna o mundo dos videogames algo extremamente orgânico. As diretrizes são estabelecidas pelos desenvolvedores, mas são os jogadores que fazem crescer. E já mencionei as múltiplas maneiras de fazer isso, desde modificações via mods ou rom hacks até fangames, até simplesmente levar um jogo ao limite baseado na pura habilidade e engenhosidade do jogador e explorar este ou aquele bug, com os resultados mais inesperados. É esse último aspecto que mais me chama a atenção e, certamente, se eu tivesse conhecido na época o curiosidades que cercam Respiração da Natureza, teria dedicado a ele seu respectivo espaço.
Não é realmente algo que pesquisei a fundo (então posso me aprofundar ainda mais no futuro), mas sem querer me deparei com alguns exemplos curiosos. Uma delas foi a façanha de derrote o poderoso Centaleón sem roupas e usando galhos de árvores. Em outro, ele foi capaz de alcançar o espaço sideral e caminhar calmamente em sua exosfera (até cair no chão em uma queda eterna) aproveitando uma falha que envolve flechas explosivas, subindo progressivamente com base em dezenas de milhares de explosões. Outro usuário apareceu alcançar a altura de Vah Medoh em um tronco levantado por alguns balões octorock, embora não pudesse acessar a besta divina sem primeiro ter recebido a ajuda do sucessor do orni escolhido (Link passou por ele como uma forma etérea).
A flexibilidade deste título graças a tantas ferramentas (mais as falhas que podem ocorrer) dá liberdade à criatividade, por isso não é surpreendente que existam muitos mais casos. Você conhece algum?
Trilha sonora de The Sims, nostalgia na veia
Por alfa
Durante el tema del mes dedicado a la música de videojuegos, hubo una banda sonora que se me pasó por alto, la de Os Sims. Esta saga de Maxis, que a la postre sería absorbida por EA, tiene ya cuatro entregas, con otra más en el horno, al parecer, era la más sencilla y menos natural de todas. Los personajes no envejecían, y la personalización no iba mucho más allá de elegir entre una lista de cuerpos y caras prediseñadas. No obstante, el estilo musical de sus melodías es diferente al de sus sucesores. Desde mi punto de vista, tienen mayor calidad, y, si bien todas sus entregas tienen un tono marcadamente vivaz, las de este juego me resultan de alguna manera más entrañables.
Tampoco es nada desdeñable el componente subjetivo. Escuchar cualquiera de sus temas es una bomba que me desencadena toda una suerte de sentimientos nostálgicos. Desde luego, no iría al tema del mes “aquellos maravillosos años”, pues aquellos tiempos, ya entrado en mi complicada adolescencia, no tuvieron nada de maravillosos. Pero, visto con perspectiva, no dejaban de ser tiempos ajenos a las preocupaciones del mundo adulto, y me vienen a la memoria momentos con amigos de la infancia a los que ya no volví a ver (y que, si me reencontrase con ellos, ya no sería lo mismo porque somos diferentes a entonces). Además, se enmarcaba en un mundo de informatización incipiente que donde no existían aún las facilidades de hoy. Por ejemplo, en esa época en la que trataba de hacer animaciones con el Power Point, era obligatorio usar los temas de Los Sims, pues sus archivos mp3 eran accesibles y eran los únicos que podía leer el programa, frente a los de los CDs, que el PC reconocía como wma, y no era tan accesible la descarga como ahora (o yo no sabía de los instrumentos para hacerlo, si los había).
En definitiva, por alguna razón es una ventana a otros tiempos en mayor medida que otros títulos.
Sekiro, el baile sangriento de From
Por elbuenhater
Buenas chic@s, con la reciente salida del abrumador e increíble Elden Ring hemos echado la vista atrás y nos ha inundado el pensamiento este genial Sekiro. Nos apetecía rememorarlo contando nuestras sensaciones con él. A así que al lío… 😜
Hablar de Sekiro: Shadows Die Twice es hablar de sacrificio, aprendizaje, agilidad, dolor, aventura, crudeza… Son tantas las sensaciones y emociones que pasan por tu corasao mientras disfrutas de esta obra maestra de Miyazaki, que al acabarla sientes que algo te va a faltar en los días venideros.
No exageramos, ¡¡¡nos pasó!!! 😜
En un reinventado período Sengoku de finales del siglo XVI en Japón, el señor de la guerra Isshin Ashina organizó un golpe sangriento y tomó el control de la tierra de Ashina del Ministerio del Interior. Durante este tiempo, un shinobi errante llamado Ukonzaemon Usui adoptó a un huérfano sin nombre, conocido por muchos como Owl, quien nombró al niño Lobo y lo entrenó en los caminos del shinobi.
Con esta premisa nos adentramos en este brutal universo. Ya sabéis cómo funciona FromSoftware y sus cotas de dificultad, aquí los enemigos son duros, muy duros, cada uno con sus debilidades que iremos descubriendo a golpe de muertes. Y qué decir de los Bosses, una auténtica delicia que puede llegar a desquiciarte. No decaigas, sé fuerte 💪 💪 💪.
En Sekiro, FromSoftware consigue su juego más perfecto en lo jugable. Lobo es ultra ágil, la mecánica del gancho, las diferentes prótesis que vamos consiguiendo avanzando en la historia, el uso de la espada con sus coberturas y el sistema de combate, postura, ataques imparables y cómo desviar, esquivar, contraatacar son una maquinaria que funciona como un reloj atómico.
GOTY que no podéis dejar de, por lo menos, probar, porque es increíble. Aunque os avisamos, vais a tener que sacar al shinobi asesino que lleváis dentro. ¡¡¡Este universo es para tip@s muy dur@s!!! 😜 😜 😜
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://combogamer.com/wp-content/uploads/2022/04/Sekiro.jpg)
No es un adiós, es un hasta pronto
Por Serenião
Hoy, mis queridos amigos, vengo a despedirme. El barco que hace ya tanto tomé junto a la mejor tripulación que alguien podría concebir va a hacer una parada para que yo vuelva a una dimensión sombría y gris, plagada de normas draconianas y falsa moralidad llamada mundo real. Atrás quedará el viaje que hemos hecho por tantos mundos, desde los más lejanos en el espacio hasta las profundidades submarinas, como si de un relato de Julio Verne se tratara. Hemos logrado viajar a través del tiempo a épocas mejores, descubriéndole a muchos un mundo que, si bien era más naive, era muchísimo mejor. Pero, ay amigos míos, el mundo real me reclama. El barco sin duda continuará, aunque las aguas me son desconocidas. Yo continuaré una temporada en dique seco, a la espera de tener tiempo para volver a surcar los mundos de la comunicación. Ya os digo algo: no lo haré con otra tripulación. Así que, si un día me leéis, volverá a ser por aquí.
Un consejo os doy: no cedáis a la presión del vulgo. Si me lees, si nos has leído en alguna ocasión, eres diferente. Decides vivir muchas vidas en lugar de quedarte con la encorsetada. Vives la expresión Sapere Aude sin siquiera conocerla. Eres mejor, un dios en un mundo de hongos. No cedas a sus presiones, siempre serás mejor por saber que por ignorar.
No os voy a decir adiós. Os digo hasta pronto.
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://combogamer.com/wp-content/uploads/2022/04/277502299_4617098001729712_102759435269318721_n.jpg)
El mundo Pokémon, utopía ecologista y distopía animalista
Por alfa
En el tema del mes “Otros mundos” bien podría haber dedicado una publicación a Pokémon. Si no lo hice, fue porque tengo una relación “complicada” con esta saga. Cuando la retomé en Pokémon Sol y Luna, no me gustaron las facilidades que habían implementado en relación con los más antiguos, y al parecer se trata de una constante a lo largo de toda la franquicia. No obstante, su mundo lo encuentro fascinante. Podría entretenerme tratando de buscar la lógica al mismo, que curiosamente es a la vez una utopía ecologista y una distopía animalista. Lo primero, porque parece que el medio fundamental de transporte son las bicicletas o las propias piernas (o, a lo sumo, trenes que no parecen demasiado contaminantes). En lo segundo, porque la base de la economía sean los combates entre pokémon, a los que ordenamos sin miramientos abrasarse, congelarse o electrocutarse mutuamente. En todo caso, explorar praderas, grutas oscuras, islas desiertas, ruinas y buscar alternativas a caminos cortados me resultó fascinante en su momento (no en vano fueron los primeros RPGs que probé). Pero, por encima de todo son los propios pokémon que habitan en ellos lo que más me gusta, tanto su propio diseño como la posibilidad de verlos crecer, personalizar sus habilidades y crear un “dream team” particular compuesto por seis de esas criaturas.
En Siempre en mi equipo (pokémon) ya dejé bastante claro cuáles son los míos. No tengo ni una coma que modificar a ese respecto.
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://combogamer.com/wp-content/uploads/2022/04/Pokemon.jpg)
La importancia de la banda sonora en los videojuegos
Por senua_gamegirl
No cabe duda que las bandas sonoras de los videojuegos son un apartado de suma importancia, capaz de marcar la diferencia en la experiencia de juego. En la actualidad quizás vivimos una época dorada en cuanto a este apartado, donde las bandas sonoras son equiparables a las de las películas o cantantes conocidos. Algunas bandas sonoras se han convertido en un sello característico de la franquicia a la que representan, como es el caso de Halo con esos cantos similares a los gregorianos, los cuales con tan sólo escuchar sus primeras notas somos capaces de identificar la saga de la que se trata. En otras ocasiones esa banda sonora se centra más en sonidos ambientales, suaves, no tan marcados como es este caso de Halo, que buscan acompañar durante la experiencia de juego y resaltar solo los momentos más importantes; Así en Zelda Breath of the Wild los sonidos de la ambientación, la naturaleza o el de encontrar un templo se convierten en elementos que dan carácter al conjunto del juego y permiten una experiencia más tranquila y sosegada.
Cabe resaltar, en primer lugar, la importancia que tienen las bandas sonoras para hacer que un juego pase de ser bueno o muy bueno a ser excelente, o incluso pasar a la historia. En segundo lugar, parece que la industria se ha dado cuenta de lo vital de este apartado en los videojuegos, ya que incluso las consolas actuales cuentan con un microprocesador destinado únicamente a reproducir las bandas sonoras de manera fiel y con una calidad que hace unas décadas era impensable. Para finalizar, las bandas sonoras son capaces de transportarnos por sí solas a otros mundos, experiencias y recuerdos, tienen la capacidad de hacer que demos marcha atrás en el tiempo y revivamos ese momento en el que jugamos por primera vez a ese juego que tanto nos marcó. Debemos darle la importancia y el valor que realmente tienen, pues es un elemento vital a la hora de considerar los videojuegos como un arte por sí mismos, y los jugadores lo sabemos bien.
![[Tema do Mês] Especial de fim de temporada](https://combogamer.com/wp-content/uploads/2024/10/Ocarina-of-time-1024x684.webp)
Criaturas insospechadas en Sea of Thieves
Por frandrums041
Como colofón a este especial fin de temporada, a propósito de una de las temáticas de la misma como fue el agua en los videojuegos, Frandrums041 nos trae este vídeo en el que, cual pirata experimentado, se enfrenta a peligrosos monstruos marinos en Sea of Thieves.
Y con dedicatoria incluida al final. ¡Muchas gracias! ¡No olvidéis suscribiros a su canal de contração muscular!

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