Pôster Presságio

[Análise] Presságio

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Tempo de leitura: 4 minutos
Pôster Presságio
Qualificação
Presságio
Plataforma
PC, Playstation 4
Desenvolvedor
Jogos de ponta de lança
Gênero
Ação, plataformas, RPG
Lançar:
15/05/2018

Coloque-se no controle de um espectro que chega na hora do julgamento final para alguns, ou da salvação para outros. Ele conhece amigos e inimigos, mas conhece mais a trepadeira que se esconde dentro de uma narrativa temporal.

Se não lhe parece familiar Jogos de ponta de lança, você não jogou Histórias: O Caminho dos Destinos. Em 2018, este estúdio canadense traz um jogo com todo o sabor visual e espiritual e um enredo muito mais intrincado daquele jogo lançado há 2 anos. Ele estará no caminho certo? bem-vindo a Presságio.

História

Você é um Harbringer, um enviado do destino que, graças ao sacrifício de uma sacerdotisa, pode voltar no tempo para conhecer as histórias que antecedem o apocalipse de uma terra governada por cães e gatos em guerra pelo controle, mas que, ao brincar com o vazio, tudo caminha para a destruição. Em Histórias, o protagonista através de suas decisões cria diferentes tipos de destino; em Presságio, veremos na vida de outros personagens, como os dominós caem até chegar ao fim fatal, e claro tomaremos a decisão de nos tornarmos amigos ou inimigos deles. Usando uma espécie de nexo decidiremos com qual personagem secundário queremos jogar e a história se desenrolará com cada uma dessas decisões, então caberia a nós decidir se queremos saber mais sobre este universo ou sobre os personagens secundários.

[Análise] Presságio

A história ela não é má nos diálogos, você pode ver o esforço para conseguir isso “quebra-cabeça narrativo" que o estúdio queria e é divertido, mas ainda tende a ser repetitivo, às vezes com diálogos fora do personagem. Em geral, a inovação do jogo em relação ao seu antecessor espiritual é a narração, que é mesclado ao recurso de tempo muito no estilo Máscara de Majora, e você coletará dados suficientes para saber o que aconteceu antes do resultado fatídico.

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Jogabilidade

Estamos diante de um jogo de ação com toques de RPG então atacar, esquivar, usar personagens secundários, sua magia e aquelas que iremos coletando ao longo do caminho, é algo que teremos que conhecer e utilizar. Teremos que derrotar hordas de inimigos, pouco variados e com alguma dificuldade. Também há toques de plataformas, então usaremos saltos e outros movimentos para nos movimentarmos pelo ambiente.

[Análise] Presságio

Teremos um nexo no qual decidiremos onde gastar os cristais para melhorias de personagem, a experiência coletada para subir de nível e os movimentos que iremos adquirir. Ao mesmo tempo, teremos selos para desbloquear novas áreas para conseguir surpresas tanto na melhoria do personagem como na narrativa.

Por outro lado, este jogo sofre de uma jogabilidade linear, com muito pouco uso de seu ambiente para melhorar a experiência de jogo em relação a si mesmo e ao tempo que passamos com ele.

Estética

O estilo de jogo sua o cel-shading, usando o motor Irreal Engine cria belos lugares imersos em tons de guerra e desespero dignos deste épico. A trilha sonora nos acompanha com caixas, trombones e trombetas que cantam à luz da guerra e da destruição. É uma pena que a câmera do jogo esteja posicionada de forma que o jogo diga o que você deve ver.

[Análise] Presságio

Quando atacamos determinados inimigos o jogo utiliza uma espécie de zoom com desaceleração para dar um efeito de desaceleração. experiência próxima do momento. O ruim é que um certo rubor terroso é perceptível nos personagens, com perdas de foco que possivelmente são bugs que podem ser melhorados em diferentes atualizações.

Com tudo isso, o jogo é divertido e as horas gastas nele são boas. Se você quiser passar algum tempo conhecendo esse universo, seja bem-vindo à tragédia de Presságio.

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