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[Muito top] Cinco RPGs para Mega Drive que nos abriram as portas

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Tempo de leitura: 13 minutos

No artigo anterior falamos sobre jogos para Super Nintendo, console que possui um grande grupo de joias de RPG em seu catálogo, mas no Mega Drive, seu concorrente direto nas mãos da Sega, eles também não ficaram atrás. OK,É verdade que emMega Drivea lista deRPGNão é tão extenso como emsuper nintendo, mas o console tem verdadeiras maravilhas,alguns dos quais foram até traduzidos para a nossa língua.

Hoje vamos falar sobre jogos comoLandstalker: Os Tesouros do Rei Nole,Fantasia Star IV,Sol,A história de ThoreCruzado Leve, tremendos expoentes do gênero nos 16 bits da Sega. Vamos deixar algumas outras joias em aberto, mas esses cinco jogos foram porta-estandartes do gênero na Espanha e encantaram milhares de fãs desse tipo de jogo. Que tal vermos do que estamos falando?

Landstalker: Os Tesouros do Rei Nole

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Landstalker: Os Tesouros do Rei Noleé um RPG de ação que apareceu no Japão mais ou menos no final de 1992. Um ano depois chegou aos Estados Unidos e também à Europa. Em primeiro lugar, devemos salientar queo jogo que veio para a Espanha o fez em inglês, apesar de existirem versões localizadas em francês e alemão. A questão é que embora tenham anunciado que o jogo seria lançado em espanhol, a Sega Espanha não o conseguiu, apesar de ser essa a sua intenção, e aparentemente tudo porque a Sega não solicitou um número suficiente de unidades do cartucho para justificar o custo de sua tradução. Felizmente, mesmo sendo em inglês, o jogo chegou às lojas espanholas.

Traduções e idiomas à parte,Landstalker: Os Tesouros do Rei Nole, como dizemos, é um RPG de ação em perspectiva isométrica no qual controlaremos um senhor chamado Nigel. Em suas diversas aventuras ela conhece uma fada que lhe pede ajuda, pois conhece o segredo de um grande tesouro, o tesouro do Rei Nole, e alguns bandidos estão atrás dela. Nosso interesse pelo vil metal nos levará a viver uma grande aventura protegendo a fada em busca de um tesouro tão fabuloso, e ao mesmo tempo lutar contra os malvados que querem sua pele. E ao longo de uma grande ilha onde encontraremos perigos de todos os tipos e muitas coisas para fazer.

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Pois bem, começaremos falando sobre controle, pois inicialmente temos uma espécie de tutorial não guiado no qual podemos aprender as habilidades básicas do nosso guerreiro. No início é um pouco difícil de conseguir devido à perspectiva e ao movimento um tanto robótico que nosso personagem tem, mas depois veremos que não é grande coisa. Por se tratar de um “RPG de ação”,As lutas acontecem em tempo real, então teremos que puxar nossa espada, os itens que encontramos lá e uma opção de salto que será muito útil para nós, bemeste jogo tem momentos de plataformaque devemos superar com habilidade e bom trabalho.

De resto, a secçãoLandstalker: Os Tesouros do Rei NoleÉ muito bom. O pessoal da Climax, criadores do jogo para a Sega, fez um bom trabalho em todos os aspectos, inclusiveuma ótima seção audiovisual, com gráficos bonitos e coloridos e som muito bom. E fizeram isso mais do que bem, já que o jogo fez bastante sucesso e daí surgiram outros títulos para outros sistemas que poderiam ser considerados sequências, como o maravilhosoSalvador das Trevaspara Saturno ou o legalPerseguidores do Tempopara Dreamcast.

Fantasia Star IV

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a sagaFantasia Estrelasempre foi um dos maiores expoentes do gênero RPG nos consoles da Sega.Fantasia Star IVqualquerPhantasy Star: O Fim do Milênio, é a quarta parcela desta série criada pela Sega e foi lançada no Japão no final de 1993, mas não a tivemos aqui até 1995. Assim como seus antecessores (a primeira parcela é para Master System), chegou em inglês, mas o fundamental é que chegou e chegouenfiado em um cartucho de 24 megabytes, sendo um dos títulos mais espetaculares do último lote que recebemos para a bete noire da Sega.

A trama deste RPG old school, com cenário espacial e combate por turnos, se passa entre o segundo e o terceiro jogos, com alguns anos de diferença entre eles. Segue o enredo dos demais jogos, focado em uma saga relacionada a um sistema solar chamado Algol, sendo o últimoFantasia Estrelacuja história tem a ver com este sistema solar. Os protagonistas são dois caçadores chamados Chaz e Alys, que têm que investigar alguns acontecimentos estranhos ocorridos em Motavia, planeta do sistema solar Algol e muito popular na série. Tudo isso os levará a enfrentar Zio, um mago malvado sob o comando da Dark Force, que por sua vez está sob o comando da Profound Darkness, que ameaça transformar todo o sistema Algol em trevas.

Com esta premissa nos encontramos diante de um jogo muito notável dentro do catálogo do Mega Drive.Possui uma seleção variada de opções dentro de seu sistema de combate por turnosem que se destaca uma opção muito importante chamada “macro”, que consiste basicamente em salvar sequências de comandos dentro de uma mesma opção para que possam ser repetidas com o apertar de um botão, sendo um elemento que torna os combates mais ágeis. O resto é um argumento emocionante que combina uma seção técnica incrível queextrai suco das entranhas do Mega Drive, sendo um dos RPGs mais memoráveis ​​do sistema.

Ao lado deFantasia Star II, esseFantasia Star IVes uno de los mejores títulos de la saga, ya que a partir de ahí las cosas cambiaron en sucesivos títulos, creando dos subseries más llamadasPhantasy Star OnlineePhantasy Star Universe, cuyo argumento ya no tiene nada que ver con este. Por último hay que señalar que además del cartucho para Mega Drive, este juego está disponible en recopilatorios que salieron para consolas como Saturn o PlayStation 2. Y es que si sois amantes de los RPGs por turnos de toda la vida, fijo queFantasia Star IVos va a encandilar.

Sol

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En 1994 desembarcó este genial RPG de acción con toques aventureros para Mega Drive, siendoel primero traducido al castellano para esta consola. LlamadoSolen territorio europeo,Crusader of Centyen Estados Unidos yRagnacentyen el país del sol naciente, este titulazo creado por NextTech y distribuido por Sega y por Atlus según qué zona,tal vez os recuerde mucho a la sagaA Lenda de Zelda, y es que los usuarios de Mega Drive no tenían nada parecido en su catálogo (lo más parecido era aquelGuerreiro Machado Douradopara Master System).

La historia comienza en el 14 cumpleaños de nuestro héroe, que recibe una espada como regalo y lo celebra junto a sus amigos (sí, veremos nombres como Pepe o Paco entre nuestros colegas, una constante en la versión española del juego). Hecho todo un chavalote, llega el momento de hacer algo de provecho y nuestro amado y querido rey nos da permiso para iniciarnos como soldados del reino. A partir de este momento empiezan los problemas y una terrible amenaza se cierne sobre nuestro mundo, de modo que comienzan a salir criaturas oscuras que quieren liarla parda.

Vamos, que el argumento deSoles más o menos lo de siempre. La principal diferencia que vamos a encontrar con otros juegos similares es que, a raíz de los extraños sucesos que acontecen, las personas pierden toda capacidad de comunicación, peronuestro personaje tiene el don de poder hablar con los animales, así que tendremos a nuestra mascota Tintín, nuestro fiel perro, que nos ayudará en nuestra tarea. Además de otros animales con los que charlar, podremos contar con otros simpáticos animalejos que nos serán muy útiles, ya que cada uno cuenta con una habilidad especial que los hace únicos. De esta forma podremos llevar con nostros hasta dos animales al mismo tiempo, y los usaremos dependiendo de las circustancias que se den en el momento, por lo que habrá que tomar buena nota y pensarlo bien para elegir los animales que más falta nos hagan.

Solcuenta con un genial apartado técnico. Los gráficos son coloridos y simpáticos, el sonido va muy acorde con la aventura y la jugabilidad es dinámica y sencilla, ya que los combates son el tiempo real. Por desgraciaSolno tuvo ninguna secuela, pero eso no importa, ya queen su momento fue muy bien recibidoy disfrutado por los amantes del género. Y encima, como ya hemos dicho, llegó con una estupenda traducción al castellano, algo que pone la guinda a uno de los cartuchos más aplaudidos en el catálogo de Mega Drive. Una aventura genial.

A história de Thor

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Otro «action RPG» de corte similar aSol. De nuevo,bien traducido a nuestro idioma,A história de Thor(con el subtítulo deA Successor of the Light), creado por Ancient, llamadoBeyond Oasisen Estados Unidos y lanzado en nuestro país en 1995, es otra joya del catálogo de Mega Drive, que destaca entre otras cosas porsu potentísimo apartado audiovisual. De nuevo estamos ante un juego de rol con mucha acción y toques aventureros, y de nuevo estamos ante un juego que bebe mucho deA Lenda de Zelda.

En esta obra maestra para Mega Drive ambientada en el lejano oriente, manejamos al príncipe Alí (sí, tiene un nombre muy original, lo sabemos). Alí es aficionado a buscar reliquias y, en sus pesquisas, descubre un brazalete de oro. Cuenta la leyenda que ese brazalete, tiempo atrás, mantenía una lucha con otro brazalete, pero de plata y creado por un hechicero maligno, así que Alí lo que hace es desencadenar un terrible poder que amenaza la tierra en la que habita. Su misión consistirá, armado con el brazalete de oro, en hacer frente a las fuerzas malignas desencadenadas por el brazalete de plata, y para ello tiene que reunir los cuatro poderes principales en forma de espíritus que alberga la joya dorada.

Aquí comienza nuestro viaje porA história de Thor, un viaje que consistirá endominar a los cuatro poderes principales del brazaletepara derrotar a todo el mal que nos acecha. Y lo haremos con combates en tiempo real de lo más interesantes, ya que el control de Alíes similar al control de cualquier personaje de un juego tipo «brawler»(de hecho ciertos efectos de sonido parecen sacados deRuas da Fúria), y eso nos lleva a realizar ataques especiales, patadas, puñetazos e incluso seremos duchos en el manejo de las armas. Pero lo más intersante en el combate es aprender a manejar esos poderes que iremos adquiriendo a medida que avanzamos, y eso lo haremos enfrentándonos a espectaculares enemigos y resolviendo algún que otro puzle.

TécnicamenteA história de Thores uno de los títulos más punteros del catálogo de Mega Drive. Personajes grandes, bien detallados y animados, buena banda sonora y efectos de sonido, textos 100% en castellano y un desarrollo muy intersante. Todo ello lo convierten en uno de los grandes de la 16bit de Sega. Disfrutó de cierto éxito, por lo que apareció una secuela para Saturn tituladaThe Story of Thor 2qualquerThe Legend of Oasisen Estados Unidos, que superaba su apartado técnico y que, desgraciadamente, nos llegó en inglés. En fin, queestamos ante uno de los imperdibles del listado de juegos para Mega Drivey ante uno de los mejores en su género.

Cruzado Leve

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El último juego que os ofrecemos apareció en 1995 y tambiénlo hizo traducido al castellano. Hablamos deCruzado Levey de nuevo nos quitaremos el sombrero, ya que sus creadores fueron una de las compañías creadoras de algunos de los juegos más originales y memorables de la historia:los japoneses Treasure. Y es que para esta ocasión, Treasure deja atrás sus icónicos shooters y se centra en un juegazo que combina rol, acción, aventura y plataformas.

Nos vamos a una época medieval en la que Sir David, nuestro protagonista, viaja a la ciudad de Green Row. Allí es convocado por el rey, quien le encomienda la misión de descubrir porqué esta ciudad hay personas que desaparecen sin explicación aparente. Y ahí lo dejamos, ya que la historia se va volviendo interesante y emocionante a medida que avanzamos.

Ya metidos en harina,Cruzado Levese nos presenta comoun juego con perspectiva isométricaen el que habrá que hablar con muchos y variados personajes y enfretarnos a diversos enemigos en combates en tiempo real con ayuda de nuestra fiel espada. También saltaremos, ya quehay secciones de plataformas, y utilizaremos nuestros poderes mágicos que iremos perfeccionando con el tiempo y que están representados por unas esferas. También hay que resolver puzles en plan empujar objetos o activar mecanismos.

Gráficamente, como se podía esperar de Treasure, el juego cumple muy bien. Escenarios detallados y personajes estilizados con una apariencia bastante adulta en contraste con los protagonistas de los otros juegos que hemos comentado. El sonido tampoco está mal y el manejo de nuestro personaje se podría haber pulido un poco, ya queal tratarse de un juego en perspectiva isométrica cuesta un poco hacerse con él(algo que ya habíamos señalado más arriba al hablar deLandstalker). Por lo demás se trata de otra gran aventura muy trabajada y muy a tener en cuenta, que destaca por su argumento. Lamentablemente no hubo ninguna secuela, y eso que fue un título que recibió críticas positivas y del que desde Sega España tomaron buena cuenta al incluir textos en castellano. Otro imprescindible.

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